ELABORAMOS QUALQUER TIPO DE CÁLCULO JUDICIAL - Revisão de Benefício, Acidentário, Cartão de Crédito, Leasing, FGTS, Sistema Financeiro da Habitação, Carteira Hipotecária, Consórcio, Poupança, Desapropriação, Cheque Especial, Trabalhista, Cédula Comercial, Industrial e Rural, Execução Fiscal, CDC, Financiamento.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
DÍVIDA BANCÁRIA - CHEQUE ESPECIAL - CARTÃO DE CRÉDITO - FINANCIAMENTO
Especialistas ouvidos pelo BOM DIA são unânimes em afirmar que o caminho é a negociação. Uma boa negociação, mostrando ao credor a disposição em pagar (isso é muito importante), pode cortar até 20% da dívida, em média, segundo a Serasa. “Sempre orientamos o consumidor a negociar. Quem emprestou ou vendeu quer receber e a pessoa que não está pagando pode ter motivos fortes. Então, um acordo pode ser sempre feito, com alongamento de prazos ou mesmo descontos, principalmente”, diz Carlos Henrique de Almeida, economista da Serasa Experian, multinacional de análise de crédito que trabalha com cerca de 500 mil empresas no Brasil.
Juros
GUIA DAS REVISÕES DE BENEFÍCIO - AUXÍLIO DOENÇA NA APOSENTADORIA POR INVALIDEZ
REVISÃO DO AUXÍLIO DOENÇA NA APOSENTADORIA POR INVALIDEZ
Período de Direito: Para qualquer da data de Concessão
O que é a Revisão do Auxílio Doença na Aposentadoria por Invalidez: Quem pediu a aposentadoria após um período de auxílio doença pode somar o tempo de benefício para se aposentar por invalidez.
Para isso, no entanto, é preciso ter voltado a contribuir com o INSS após a concessão do auxílio.
Neste caso, o período e o valor em que o auxílio foram pagos contarão como contribuição ao INSS.
Quem tem direito:
Quem saiu do auxílio doença direto para o benefício por invalidez não tem direito à correção.
Para ter direito à aposentadoria por invalidez um perito tem que confirmar a incapacidade do segurado.
sábado, 31 de março de 2012
GUIA DAS REVISÕES DE BENEFÍCIO - MENOR VALOR TETO
REVISÃO DO MENOR VALOR TETO
o Data da Concessão do Benefício: Entre Maio de 1.980 a Outubro de 1.988;
o O que é a Revisão do Menor Valor Teto: O governo duplicou, em 1974, o valor do teto da época, para evitar que o aposentado recebesse benefícios maiores do que as contribuições que fez o INSS criou dois limites: o Maior e Menor Valor Teto, em 1979, o governo determinou que a correção do menor valor teto fosse feita pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), porém aplicou a correção com índices inferiores, e esse teto ficou abaixo do que deveria.
o Quem tem direito: O segurado que se aposentou entre 1980 e 1980 deve olhar a carta de concessão do benefício e checar se teve benefício inicial igual a 8 salários mínimos da época ou maior (a equivalência aos salários mínimos vai aparecer no documento);
o Importante: Nenhum benefício poderia superar o maior valor teto, que correspondia ao dobro do menor valor teto.
FONTE: JORNAL AGORA 25/03/2012.
GUIA DAS REVISÕES DE BENEFÍCIO - 1980 a 1987
DE ACORDO COM O ANO DA CONCESSÃO, VOCÊ PODE TER DIREITO ÀS SEGUINTES REVISÕES
1) ORTN
2) Troca de Aposentadoria
3) Conversão de Tempo Especial
4) Menor Valor Teto
5) Melhor Benefício
6) Auxílio Doença na Aposentadoria por Idade
7) Auxílio Doença na Aposentadoria por Invalidez
8) Reconhecimento de Período de Contribuição
9) Acúmulo de Auxlio Acidente
10) Ações Trabalhistas
FONTE: JORNAL AGORA 25 DE MARÇO DE 2.012
sábado, 10 de março de 2012
DÍVIDA BANCÁRIA - CHEQUE ESPECIAL - CARTÃO DE CRÉDITO
Famílias
brasileiras têm dívida média de R$ 5.427
Cerca
de um quarto das famílias brasileiras que estão endividadas têm débitos que
superam até duas vezes o salário dos seus membros, segundo pesquisa do Ipea
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Apesar desse dado, o nível de
endividamento do brasileiro ainda é considerado baixo pelos economistas.
O levantamento do Ipea
apontou que 54% das famílias têm alguma dívida a pagar. Em média, essas pessoas
devem R$ 5.427. Os números compõem o IEF (Índice de Expectativas das Famílias)
do instituto de pesquisa, resultado de 3.810 entrevistas em 214 cidades do
país. A medição leva em conta apenas a percepção de cada família sobre as
dívidas. No Brasil, para cerca de 15% das famílias endividadas, o débito
corresponde a aproximadamente metade do rendimento mensal. O valor considerado
na análise é o total devido, mesmo que seja parcelado.
Segundo o presidente do Ipea,
Marcio Pochmann, diante da expansão econômica e do aumento de renda, a
tendência é que as dívidas cresçam. "As famílias de menor renda têm um
grau de exclusão bancária maior. À medida que ganham mais, passam a ter mais acesso
ao crédito", afirmou. O economista Alex Agostini, da consultoria Austin
Rating, concorda que o volume de crédito no país ainda tem bastante espaço para
crescer. Para Agostini, a inclusão de um grande número de famílias nas classes
C e D e as taxas de juros elevadas em várias modalidades de crédito encorajam
os bancos do país a ampliar o volume emprestado. "As taxas para atrasos
acima de 90 dias têm demonstrado queda", afirmou.
Folha de São Paulo, 01 de setembro de 2.010
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